03 outubro, 2009

Roberto Bolaño - 2666


Comecei a ler "2666". Não é tarefa leve, porque, para além das suas mais de mil páginas, exige leitura atenta e ponderada. As primeiras cinquenta páginas deixam-me a inquietude das longas horas de vigília que se seguirão. Caminhemos.

Deixo aqui o comentário de quem já o leu:

«Eu acho que Roberto Bolaño é uma grandes revelações da literatura do nosso tempo. 2666 é a redescoberta do extraordinário poder do romance e da literatura. (...) Depois de ter lido Bolaño a nossa vida muda um pouco. Quer dizer, não se pode esquecer aquilo que ele deixou escrito, e que é uma tempestade, uma torrente, um delírio - como deve ser a literatura.»

Francisco José Viegas, director editorial da Quetzal, em declarações à Lusa.

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