08 dezembro, 2015

25 fevereiro, 2015

As Cidades Invisíveis

Releituras.
"Em Cloé, a grande cidade, as pessoas que passam pelas ruas não se conhecem. Ao verem-se imaginam mil coisas umas das outras... Mas ninguém dirige uma saudação a ninguém, os olhares cruzam-se por um segundo e depois afastam-se, procurando novos olhares, não param. ... consumam-se encontros, seduções, ligações, cópulas, orgias, sem que se toquem com um dedo, quase sem se olharem. ... Cloé a mais casta das cidades. Se os homens e mulheres começassem a viver os seus efémeros sonhos, todos os fantasmas se tornariam pessoas com quem se poderia começar uma história de perseguições, de ficções, de malentendidos, de choques, de opressões, e assim acabaria o carrocel das fantasias." Italo Calvino, As Cidades Invisíveis.
Calvino, um eterno retorno, porque a ele, tal como a Jorge Luís Borges,estou sempre a regressar.

Beethoven e a Grécia

Num momento da história em que tanto se fala da Grécia, talvez não seja despropositado lembrar que o grande mestre também sobre ela compôs