
Os pensamentos são como as ondas do mar. Vão e vêm, ora suaves, tenuíssimos... ou então rebentam em nós com a fúria das tempestades. São sempre criadores. Como a Sétima Sinfonia do génio de Bona.
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3 comentários:
Olá. Começo por lhe dizer que ninguém mais do que eu dá valor a uma árvore que está de pé, sobretudo se estiver viva, bem verde, ali a viver a vida que a natureza lhe concedeu e a cumprir as várias funções que a mesma Mãe Natureza lhe atribuíu. Talvez não se recorde, mas em Benfica do Ribatejo, ali a seguir à Adega Cooperativa, existiu à não muitos anos uma espécie de tunel parecido, e eu gostava de o ver ali. Um dia desapareceu. Não sei se por maleita que deu nas árvores, ou se pela força dos moto-serras.
Posto isto, vou dar-lhe a outra perpectiva das coisas e da realidade do nosso tempo, do nosso viver acelerado por essas estradas faça vento ou faça chuva, trovões ou relampagos. Certamente já ouviu falar de pessoas mortas, paraplégicas, estorpiadas, porque uma qualquer bonita árvore lhe caíu em cima da viatura em que seguia. Talvez não se lembre de uma tragédia que se abateu sobre um auto-carro ali para Benavente à cerca de uns vinte anos. Só da Glória do Ribatejo foram alguns 9 ou dez funerais em cortejo. Já agora, deixe-me falar-lhe da Mónica Silva. Sabe quem é? É uma rapariga de Samora Correia que aos 20 anos ficou numa cadeira de rodas. Apenas consegue mecher a cabeça. Quer saber o que lhe aconteceu? Isso mesmo; caíu-lhe uma árvore em cima do carro quando ía para o trabalho. E aquelas estradas que apresentam o alcatrão levantado, danificado nas bermas e não só, pela incúria de quem tem obrgação de zelar pelas estradas e não o faz? Ben-ditos sejam os moto-serras que abatem sem dó as árvores que nascem ou que são plantadas mesmo junto ás estradas por onde temos de passar sempre com a vida em risco. Seja porque uma delas nos cai em cima, seja porque saimos da estrada e batemos numa, seja porque elas danificam o piso por onde passamos. Para terminar, sugiro que repare num pinhal que está ali mesmo à entrada de Marinhais do seu lado direito. Há ali um perigo eminente de queda de várias árvores que estão na sua maioria inclinadas para a estrada. Para finalizar mesmo, o meu próprio testemunho: Uma dessas referidas árvores tombou sobre a estrada ali mesmo a dois metros da minha viatura arrastando consigo um poste de telefone. Desta vez ninguém morreu porque quase por milagre, ou por milagre, sei lá; apercebi-me mesmo a tempo de evitar ficar debaixo daquele bonito pinheiro que não resistiu à força do vento que soprava forte naquele dia.
Cumprimentos,
João Chamiço
então? para pausa sabática já vai longa, não?
Belo sítio.
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